sexta-feira, 27 de abril de 2012

Se eu fosse...

Se eu fosse um mês seria... junho
Se eu fosse um dia da semana seria... quarta-feira
Se eu fosse um número seria... 3
Se eu fosse uma flor seria... lírio
Se eu fosse uma direção seria... em frente
Se eu fosse um móvel seria... estante
Se eu fosse um líquido seria... água
Se eu fosse um pecado seria... orgulho
Se eu fosse um metal seria... prata
Se eu fosse uma árvore seria... amoreira
Se eu fosse uma fruta seria... ananás
Se eu fosse um clima seria... temperado
Se eu fosse um instrumento musical seria... piano
Se eu fosse um elemento seria... ar
Se eu fosse uma cor seria... azul
Se eu fosse um animal seria... cão
Se eu fosse um som seria... silêncio
Se eu fosse uma canção seria...  de intervenção
Se eu fosse um livro seria... da Jodi Picoult
Se eu fosse uma comida seria... um salgado
Se eu fosse um cheiro seria... morango
Se eu fosse um verbo seria... ser
Se eu fosse um objeto seria... um livro
Se eu fosse uma peça de roupa seria... calções
Se eu fosse uma parte do corpo seria... olhos
Se eu fosse uma expressão seria... dolce farniente
Se eu fosse um desenho animado seria... Alice no País das Maravilhas
Se eu fosse um filme seria... ainda não foi feito…
Se eu fosse uma forma seria... círculo
Se eu fosse uma estação seria... primavera

Este desafio vem do blog da Fifi, achei-o bastante interessante. Respondam também!

segunda-feira, 23 de abril de 2012


Só uma coisa mais: esta nova interface do blogger é HORRÍVEL!

sábado, 21 de abril de 2012

Desculpe?, não percebi


--Um exame de acesso à Ordem dos Médicos (OM) vai levar a uma redução do número de clínicos que todos os anos entram nos hospitais e nos centros de saúde. O objetivo desta nova prova é controlar a qualidade dos recém-formados à saída do curso, sobretudo nas novas licenciaturas, argumenta o bastonário, José Manuel Silva, que sempre criticou o excesso de cursos de medicina. No entanto, o resultado pode ser barrar a entrada no mercado de trabalho de centenas a jovens, depois de seis a oito anos de estudos.--

Há demasiados médicos, é? É melhor termos ainda menos…
Como é que há um excesso de cursos de medicina e de vagas se a média está pelos 18,5?

Das meias verdades

Suavizam a abordagem das coisas, mas por onde passam deixam também o rasto das meias mentiras...

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Vazio

Olho para a página de post e é nesse momento que me fogem as palavras que quero escrever. Fogem sem que as consiga segurar, ouvindo-se um escasso eco de uma ideia já perdida. Escrever tem sido uma forma de enfraquecer os efeitos das desilusões que por mim têm passado. Não por escrever o que penso, mas sim por pensar as coisas que escrevo. Ao dactilografar quebra-se o silêncio numa sala onde pairam pesadas dúvidas, tão pesadas que se de outro modo tocassem o chão, poderia aí estender-se uma fissura entre madeiras e cimento, fissura, essa, talvez comparável à que se estende pelo coração.
Mas hoje não consigo. Sinto as palavras, mas depois elas fogem, correm, voam, não sei. 



quinta-feira, 12 de abril de 2012

Saudou-me e chamou-me pelo meu nome.


Não o reconhecia. Não seria possível que fosse o mesmo. Nada mais disse. Talvez fosse essa a deixa de que precisava para poder, enfim, afirmar que quando o mundo sai do seu eixo de rotação, ele não deixa de girar. Mas, as coisas que antes tomávamos como garantidas mudam de sítio e deixam de estar ali para nós.

terça-feira, 10 de abril de 2012

A fugacidade das horas que passam


...não nos deixa aproveitar cada momento, cada pequena coisa. Contudo, são essas pequenas coisas que fazem a vida grande, que a enchem de recordações. É através delas que crescemos. Mas também, é através delas que permanecemos eternas crianças frente a um relógio que gira cada vez mais rápido, pedindo que acompanhemos esse ritmo.
São tanto as coisas boas, como as más que nos moldam a forma. Sei que hoje estamos diferentes e que já ontem não eramos iguais. Não sei onde o tempo nos leva, nem tão pouco sei se somos melhores ou piores do que o que podíamos ser. Sei apenas que há simples razões que fazem valer a pena despertar da ingénua calmaria noturna para a traiçoeira azáfama de cada dia.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

domingo, 8 de abril de 2012

Hei, I'm looking for you!


All star verde água (na imagem parecem ainda mais azuis), com preferência pela de cano alto. Não encontro em nenhuma loja da cidade umas meninas iguais a estas do meu número. Ando à procura de um 36,5 que em sapatilha nem se querer há... :(

sábado, 7 de abril de 2012

Páscoa


Essa bela data. Paladar pronto para receber amêndoas, ovos de chocolate, folar, cabrito e sobremesas. Pessoalmente não ligo muito ao significado deste dia, mas é bom quando traz os familiares que já não via há algum tempo, quando põe discussões intelectuais à mesa e quando pede trocas de prendas entre padrinhos e afilhados. Tenham uma boa Páscoa!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

E finalmente, ela chegou!


É favor visitar o blog da Jéssica, uma grande amiga que está a dar os primeiros passos na blogosfera.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Uma coisa de que me lembrei agora e ainda me fez rir...

Em Calpe, uma rapariga (quase escusado será dizer que é portuguesa) que passou pelo nosso grupinho vira-se para um rapaz:

- Falas de uma forma estranha, de onde és?
  
- Da Guarda!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Joga bonito, sim?


Seja o resultado que for.

Pedaços de vida #8

Umas vezes discutem, outras ficam zangados. Aprenderam a viver assim. Nem se lembram de como eram antes. Terá havido um momento em que estilhaçaram as lentes da compreensão, em que deixaram de se ver como metades encaixantes. Um momento em que o eixo de rotação da relação sucumbiu a forças capazes de desmagnetizar o que antes era atração. Um momento a partir do qual deixaram de sentir. Ou talvez nem tenha sido um simples momento, mas uma combinação de acomodações que corroeram o bem-estar de cada um, dissolvendo a cada vez mais tremule ligação que os unia. O certo é que agora se olham com estranheza, vivem sem saber gesticular e nunca têm o que dizer. Às vezes discutem, às vezes zangam-se, às vezes calam-se…
Não sabem o que vai acontecer a seguir, ninguém lhes diz. Cada passo é dado sem a consciência de que foi seguido de outro e de que sem outro que lhe siga nunca entenderá que direção vai tomar.



segunda-feira, 2 de abril de 2012

Amizades #

J: Quando estivermos as duas em Salamanca, tiramos um fim de semana e vamos lá [Calpe].
Eu: Sim, apesar de ainda ser longe.
J: Se quisermos e desejarmos assim tanto, aquilo que parece ser longe pode tornar-se na distância mais pequena que existe.


Ia ser demais: as duas em Salamanca, só passeio, Espanha nossa!

WTF?


Ainda no outro dia passeava à margem do sereno Mediterrâneo, sob um radioso sol e longe de qualquer nuvem, e esta tarde já granizou que farta! 

domingo, 1 de abril de 2012

Que bom!

Estou de volta

Pois é. O que é bom sempre acaba. Voltei inteira, feliz e contente. Mas também muito cansada. Passou tudo tão depressa e com tão poucas horas de sono... ;) Só a rouquidão se mantém após tanta cantoria, o resto já são histórias...
Calpe é uma cidade fantástica, assim como o espírito de finalistas de todo o país a encontrarem-se no mesmo sítio. Em dias assim Espanha parece portuguesa.



A vista sobre Calpe do meu quarto de hotel.

Diverti-me imenso, mas desta viagem tirei também uma vitória pessoal. Afinal de contas estava em Espanha: podia falar espanhol. Fiquei bastante contente e mais descansada por ter conseguido fazê-lo! Percebi, antes de um lançamento para a faculdade, que apesar de estar longe de saber tudo, a convivência com uma lingua diferente não será o maior obstáculo se as coisas acontecerem como eu espero.