quinta-feira, 27 de outubro de 2011


e malditos testes!

Será que

…é por ser muito direta no que digo que algumas pessoas fingem que não entendem?
Às vezes sou um pouco desbocada, …às vezes, quando o geniozinho do mal me zumbe aos ouvidos e nem me preocupo em ignorá-lo.
E, ainda assim, há quem se faça despercebido.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Momentos felizes


Depois do café, a primeira compra um ovo Kinder, só para recordar os tempos de quando era mais pequena. E recordar que há sempre uma surpresa no interior! Pois bem, saiu o pião laranja da foto. Jogamos ao ‘verdade ou consequência’? Consequência para a segunda: ok, eu vou lá comprar mais um. A tendência passou por todas e foram mais 4 ovos Kinder.
Parecíamos crianças, só que crianças um pouquinho mais crescidas. Houve quem observasse de lado, que figuras! Mas nós estávamo-nos a divertir tanto que nada fizemos por reparar nisso. O certo é que o chocolate foi a parte que menos interessou e rimos como há muito tempo não me ria!

E agora, a coleção continua?

sábado, 22 de outubro de 2011

Pedaços de vida

Perdera a noção do tempo desde que um estrondo de uma porta a bater se fizera ouvir. Ele tinha saído. Não dissera onde ia. Lembrou-se que ele nunca dizia. No rescaldo da discussão observou o seu olhar perturbado e o temor na voz, mas sabia que ele não voltaria atrás no que tinha dito. Tinha desistido. Desistido de tentar fazê-la entender o que ele julgava claro pelas suas ações. Desistido de lutar contra os fantasmas do passado dela. Enfim, desistido da frágil relação que tinham construído em largos momentos.
Ele ia no segundo vodka. Limão, o preferido dela. Ela percorria as memórias do tempo em que riam juntos, juntos aninhados no sofá, conversavam, viam filmes. Ele gostava de filmes de animação. Ela gostava de romances.
Isso foi há meses, talvez mais de um ano. Ainda pensam um no outro mas, são demasiado orgulhosos para o admitir.


Não é meu costume mas, hoje apeteceu-me escrever um textinho destes :)

Há quem me tente convencer ser aquilo que eu não sou e, há momentos em que acredito no que me dizem
mas, quando regresso a mim, fixo-me na descoberta daquele egoísmo que transparece toda a falsidade e põe a nu loucura e hipocrisia, tão bem escondidas até então. Talvez escondidas para serem procuradas. Procuras por quem não as quer encontrar.