terça-feira, 11 de outubro de 2011

Informação Inútil 3


O cigarro é a maior fonte de pesquisas e estatísticas do mundo.

(ah! deve ser por isso que tem sido tão falado nas minhas aulas ultimamente.)

Horas de Stress

Ultimamente ando sem tempo para nada e stresso com tudo.


Poder dar uma olhadela ao jogo de Portugal, já seria de valorizar. Mas ter de levar com esta exibição não há pachorra.

sábado, 8 de outubro de 2011

Chovem Almôndegas .#


Nem gostava de desenhos animados, mas sabe bem ver. Principalmente depois de um dia a ler e escrever acerca do cérebro humano. Até o trabalho de psicologia estar pronto ainda perdemos os nossos…
O certo é que os filmes de animação, sem grandes melodramas, garantem sempre umas gargalhadas. Este está cheio de pormenores engraçados.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

fechar os livros   fechar os olhos   antecipar o fim-de-semana 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Eu e Espanha, Medicina e Portugal

Apanhei a notícia de relance, mas não é nada de novo. Todos os anos é o mesmo fado: médias altíssimas para medicina; a segunda fase de acesso exigiu valores entre 18,4 e 19,x. Várias universidades nem abriram vagas.
Desde há muito tempo que quero ser médica. Portugal? não, já não penso em entrar cá, há demasiadas barreiras, demasiado altas. Considero antes a possibilidade de estudar em Espanha. Seguir o exemplo de muitos outros jovens portugueses; como eles não quero desistir por não conseguir alcançar os meus objetivos neste país. Se penso nos obstáculos? Sim.  é outra língua, é outra cultura. Mas o sonho fala mais alto. Aprendi espanhol e já penso nos exames que terei de fazer no final deste ano (Selectividad).
Crer e querer. A entrada neste curso em Espanha nunca será uma certeza.. contudo, mais acessível.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

No fundo dos bolsos (auto-retrato)

Sabem que há, nada menos do que… um, dois, três, … nove bolsos num casaco vulgar?
Nem vale a pena dizer quantas coisas se lá podem esconder! Basta pesá-lo para nos apercebermos disso. E então se fôssemos a pôr tudo à vista…! Mas, será que realmente o fazemos?
Nos meus bolsos, além do passaporte e do Bilhete de Identidade, que me narram, como se eu fosse uma história, que me lembram o meu nome (não vá eu esquecê-lo), encontro também algumas chaves. A chave de casa da casa, a do carro, que é outra casa para mim, que é também, por vezes, a nossa casa. Ou então este bilhete de cinema, que me faz lembrar como me ri e como também é preciso, de vez em quando, tentar livrar-me um pouco dos aborrecimentos. Quando, com a ponta dos dedos, o apalpo, enrolo e rasgo bem devagarinho, é para me recordar que ri a valer. Outras vezes, encontro também o canivete. Uso-o normalmente, mas com frequência ele serve para me recordar que há uma laminazinha que provoca feridas na minha vida. Agente não se ri todos os dias. Há contrariedades, desgostos que não podemos evitar e que nos deixam, nas mãos ou no coração, cicatrizes… pequenos nadas. Não é o cartão de crédito, nem o livro de cheques, que me podem fazer esquecer que, na vida, nem tudo se pode comprar.
No fundo de um bolso secreto, uma fotografia, uma fotografia bem velha da mamã, do pai ao lado dela, uma mais recente, colorida, com a minha mulher e os nossos filhos. Isto vale por todos os papéis devidamente carimbados pelos serviços municipais, para me não deixar esquecer que o que sou, tanto o meu nome, como os meus amores.
Quando me acontece, e isto acontece-me realmente, pôr as mãos nos bolsos e encontrar aí todos os meus segredos, é como se me refugiasse num auto-retrato.

Paul Bleechx