sábado, 20 de agosto de 2011

Concerto em Trancoso

Já vi cartazes da feira de S. Bartolomeu bem mais convidativos do que o apresentado este ano. Essa pandemia a que chamam crise alastrou-se invariavelmente também à terra de Bandarra e certamente que o orçamento não esticou (tal como já vinha a acontecer em anos anteriores).
Contudo e após algumas conversações com os pais e a madrinha*, escolhemos ir ver o show do Pedro Abrunhosa. E que bem que soube!
Ontem, e ainda na madrugada de hoje, o recinto da feira esteve muito longe de encher, mesmo assim, passou-se um bom tempo. Foram quase 3 horas cheias de música, …um reportório que não conhecia bem.
É sempre uma experiência diferente cada visita em cada ano a este evento e, como se espera que para o ano haja mais, cá ficamos à espera.
Resta apenas dizer que o Pedro Abrunhosa é um grande maluco (risos).


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Facebook à mesa

Ontem passei por um placard publicitário que dizia: “Não temos facebook, mas temos arroz de tomate”. Era claramente relativo a um restaurante que não adere a redes sociais para atrair clientes.
A originalidade da mensagem difunde-se pela memória, e ainda que não tivesse oportunidade de fotografar conseguiu o objetivo. Esta forma de cativar o público chega a ser interessante e irónica, principalmente quando as mentalidades já se acostumaram a aceitar tudo aquilo que vem do facebook, valorizando-se mais por isso.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Soube a pouco, mas foi bom

Pois é. Voltei de férias.
Depois do stress dos exames, depois dos dias de praia, depois destes meses sem postar, voltei.



sexta-feira, 10 de junho de 2011

Saudades do 11ºA

No percurso das nossas vidas, terminou mais uma etapa. Seguimos, agora, em turmas diferentes.
Cada separação altera o mundo numa pequena parte, e o mundo jamais volta a ser o mesmo. Separam-se placas tectónicas. Separam-se átomos de moléculas. Separam-se amigos. No fundo, as coisas que se separam, fazem-no para se poderem unir a outras. Continuaremos os mesmos, apenas se quebrou o conceito de turma, não o de amizade.
Tenho que confessar que há cerca de dois anos quando me disseram que a minha turma era composta por 26 pessoas, fiquei um pouco assustada: uma turma enorme e não conhecia ninguém.
Nos últimos dias, temos, em conversas, revisto os primeiros momentos que passámos juntos. Ao recordar os silêncios de quem ainda não se conhecia, torna-se quase inacreditável termo-nos tornado no que éramos até há pouco.
Passámos tanto tempo juntos, partilhámos tantos momentos que se torna difícil imaginar cada dia sem as típicas gargalhadas e desatinos diários, os cafés e as batotices nos jogos de cartas.
Juntos fizemos a turma de que me vou orgulhar sempre de ter pertencido. Cresci, conheci 25 pessoas maravilhosas. Aprendi, aprendi a aprender.
Podia alongar este post, que nunca conseguiria escrever tudo o que significam para mim... No momento final, foi impossível conter a lágrima. Vocês cativaram-me!

Ganhamos mais depressa conhecimento que juízo.
Abreijo de uma amiga que tenciona continuar a cruzar-se no vosso caminho

terça-feira, 7 de junho de 2011

Eu aqui

Sentada à mesa da sala de jantar, olho para o computador à minha frente e penso no que vou deixar escrito, no que quero dizer.
No início, acreditava que criar um blog justificaria as pequenas divagações. Depois, pensei que poderia acolher histórias de um anti-rotinário quotidiano, partilhá-las e dar-lhes sentidos, guardando-as em algum recanto do mundo que não apenas os enredos da memória.
Criei-o. Não há mais palavras escritas ao acaso, apenas paradoxos a cada momento.
E, quando de novo chegar a casa, algo terei para contar.